segunda-feira, 16 de março de 2015

Causas das glaciações

A proposta mais abrangente foi a desenvolvida por Milankovich, por 3 razões:


  1.  A órbita da Terra varia entre quase circular e levemente elíptica. Leva cerca de 100.000 anos para completar um ciclo. Quando a órbita é circular haverá uma entrada regular de energia para a Terra. Quando é elíptica, o contraste entre o inverno e o verão são muito mais acentuados.
  2. Inclinação do eixo da Terra em relação seu eixo. Essas variações na inclinação são periódicas e a duração de cada ciclo leva de cerca de 40.000 anos.
  3. Precessão do eixo da Terra: consiste na mudança do eixo de rotação da Terra. Este ciclo leva aproximadamente 21.000 anos para acontecer.


É realmente importante percebermos as causas das glaciações para entendermos melhor esta matéria.



http://www.ess.inpe.br/courses/lib/exe/fetch.php?media=cst-304-embio:ice.pdf

Glaciações e Interglaciações

As glaciações são períodos de frio intenso, dentro de
uma era do gelo, quando a temperatura média da Terra é
muito baixa. As interglaciações são intervalos geológicos
caracterizado por temperaturas médias mais quentes que
separam os períodos glaciais. O período Holoceno, que
vivemos atualmente, pode ser considerado um período
interglacial.

É muito interessante como o nosso planeta consegue encontrar-se em estados muito diferentes, esta matéria é realmente interessante.

http://www.ess.inpe.br/courses/lib/exe/fetch.php?media=cst-304-embio:ice.pdf
https://www.google.pt/search?q=glacia%C3%A7%C3%B5es+e+interglacia%C3%A7%C3%B5es&biw=1256&bih=664&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=A-oGVfOCKITyUt2jgqgK&sqi=2&ved=0CAcQ_AUoAg#imgrc=NU0iqQVpSL9bMM%253A%3B1kOBMs5ZAnCaWM%3Bhttps%253A%252F%252Fnetnature.files.wordpress.com%252F2012%252F07%252Fglaciac3a7ao.jpg%3Bhttps%253A%252F%252Fnetnature.wordpress.com%252F2012%252F09%252F19%252Fo-intenso-fenomeno-climatologico-denominado-glaciacao%252F%3B550%3B339

sexta-feira, 13 de março de 2015

Glaciações



As Glaciações são fenómenos muito importantes na história do nosso planeta,
correspondendo a períodos em que a neve e o gelo se acumularam em terras
emersas e em oceanos com circulação restrita (como no caso do actual Oceano
Ártico) cobrindo áreas muito vastas.

Achámos esta matéria muito interessante , na medida em que podemos perceber como é que em certos locais existem vestigíos glaciáricos quando nao existe gelo nem nada que parecesse com tal naquela zona. Descobrimos que estamos num período interglaciar, que tipos de glaciares temos, tais são os glaciares de vale, alpino, continental ... Foi interessante percebermos como o nosso planeta é dinamico e muito diversificado.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Elaboração de uma carta geológica

  • Trabalho de campo:

    • Identificação dos afloramentos rochosos;
    • Localização dos afloramentos na carta topográfica;
    • Levantamento de xistosidades, lineações, falhas, …;
    • Determinação de atitudes das camadas;
    • Colheita de amostras de rochas, minerais e fósseis;
    • Anotação no livro de campo de informações relevantes;
    • Registo fotográfico de aspetos particulares dos afloramentos.


  •  Estudos de gabinete e laboratoriais:

    • Organização dos dados recolhidos no campo;
    • Análise fotogeológica;
    • Consulta de bibliografia relevante sobre as formações identificadas;
    • Análise de relatórios, testemunhos de sondagens e dados sismoestratigráficos;
    •  Estudos laboratoriais no domínio da paleontologia, petrologia e geoquímica;
    • Organização da notícia explicativa.


  •  Desenho e impressão:

    • Tratamento gráfico da maqueta realizada nos levantamentos do campo;
    •  Impressão da carta geológica.


  • Carta geológica e notícia explicativa:

     
    • Nas cartas topográficas e nas cartas geológicas, como foi anteriormente referido, o relevo é representado graficamente através das curvas de nível; A distância entre os hipotéticos planos horizontais que determinaram a representação das curvas de nível denomina-se equidistância natural.






http://www.lneg.pt/CienciaParaTodos/edicoes_online/diversos/cartas/texto
 https://www.google.pt/search?q=como+se+constr%C3%B3i+carta+geol%C3%B3gica&biw=1164&bih=623&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=guDpVLEby-dSy7uCwAI&ved=0CAYQ_AUoAQ&dpr=1.1#tbm=isch&q=carta+geol%C3%B3gica+de+fafe&imgdii=_&imgrc=M6X6ymoJBoSk4M%253A%3BaZbNAKwfG_cSfM%3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F-

Carta geológica

Carta geológica é um mapa onde são encontradas informações geológica :
  • Tipo, idade relativa e localização das diferentes formações geológicas;
  • Tipo e localização do contacto entre os diferentes tipos de litologia;
  • Tipo e localização dos depósitos de superfície;
  • Direcção e inclinação das rochas estratificadas;
  • Tipo e localização de aspectos relacionados com a deformação das rochas;
  •  Base topográfica que serve de apoio à cartografia geológica.




As cartas geológicas de hoje devem também representar a coluna estratigráfica, que relaciona as várias unidades em termos cronológicos, colocando em evidência o tipo de contacto e a eventual existência de descontinuidade entre elas e o(s) perfil(s) interpretativo(s) definido(s) segundo direcções que permitem uma melhor interpretação das principais estruturas geológicas existente em certa região.

https://bgnaescola.wordpress.com/2010/02/02/490/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Mapa do 'Google Earth na Sala de Aula' dedicado a ribeiras e recursos hídricos da Madeira

"O projecto 'Google Earth na Sala de Aula' lança um novo recurso cartográfico, um mapa, que ajuda a
explicar o aluvião que atingiu a ilha da Madeira há cinco anos, anunciou ontem a empresa."


É uma notícia realmente interessante, e está de acordo com o que estamos a abordar na aula de Geologia.


http://www.dnoticias.pt/multimedia/video/499681-mapa-do-google-earth-na-sala-de-aula-dedicado-a-ribeiras-e-recursos-hidricos

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Fósseis

Na disciplina de geologia temos abordado o assunto «fóssil», temos visto a importância que o fóssil tem na História da Terra, que é ajudar a separar os períodos mauis marcantes da história , falamos de vários tipos de fossilização, tais como os que se apresentam a seguir:


  • Mumificação- ocorre quando o ser vivo fica aprisionado em âmbar ou em gelo. É o mais raro de todos os tipos de fossilização. Devido ao âmbar (resina) e ao gelo, o ser vivo consegue conservar as partes moles dando-nos assim informações preciosas sobre esse ser.




  • Moldagem- processo mais vulgar que resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo.







  • Resultado de imagem para recristalizaçãoRecristalização- ocorre um rearranjo da estrutura do ser, ficando assim com mais estabilidade, como por exemplo a transportação de aragonite em calcite.




  • Carbonização- ocorre quando se dá perda de substâncias voláteis, restando apenas uma película de carbono. É mais frequente surgir em restos de seres vivos que contêm quitina, celulose ou queratina.







  • Resultado de imagem para mineralizaçãoMineralização- ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades de ossos ou troncos. É assim que se forma a madeira petrificada.










  • Incrustação- ocorre quando substâncias trazidas pelas águas se infiltram no subsolo e se depositam à volta do animal ou planta, revestindo-o. É o que acontece em animais que morrem em cavernas.




Na nossa opinião achamos que esta matéria é muito interessante, como a mãe Natureza consegue preservar algo por tantos anos, e como esses fósseis conseguem dar informações tão precisas como o caso dos fósseis de fáceis (dizem-nos o ambiente em que a rocha que contém o ser fossilizado se formou) ou os fósseis de idade (dizem-nos a idade em que a rocha onde encontramos o ser fossilizado se formou).